Curso Relacionamento Digital na Unisinos

Saiba mais sobre o curso e faça a matrícula aqui: http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao/relacionamento-digital-importancia-metodos-e-novas-oportunidades-ex121153/21444

Você pode ler quantos livros quiser. Você pode ler quantos blogs e posts quiser. Você pode assistir quantas palestras quiser. Mas, o que pouca gente te fala, em qualquer uma dessas circunstâncias, é que um bom conteúdo só é feito quando você conhece (muito bem) o seu produto/ serviço.

Esqueça essa história de 15 passos para um conteúdo perfeito. Ou nove formas de atrair a atenção do seu público nas redes sociais. Esqueça, por favor. No primeiro momento elas até vão ser úteis, vão lhe mostrar o básico (caso você ainda não saiba), mas não vão ser o suficiente para alcançar o almejado sucesso.

amor ao produto marcaO que PODE fazer alguma diferença no seu conteúdo é o quanto você conhece sobre a marca, o produto. Descobrir porque foi feito da forma x ao invés da y pode ser algo simples e até tolo, mas talvez seja isso que o seu público final quer entender. Compreender porque o lançamento ocorreu agora e não depois (como todos os outros concorrentes fazem) pode te ajudar a explicar melhor.

E não apenas isso, conhecer bem os processos vão fazer você virar um fã, um admirador e um defensor. Suas palavras vão mudar automaticamente. O público percebe isso. Ou vai dizer que você não reconhece rapidamente uma pessoa que está apaixonada, que acabou de entrar em um relacionamento? É o amor. As pessoas percebem isso pela expressão, pelas falas, pelo olhar. Com um post no Facebook de uma marca pode até não ser tão poético, mas é bem próximo.

O que quero dizer é que não existem fórmulas, mas o que existe são as particularidades de cada marca. Porque a sua marca é diferente do concorrente principal? E aceite, ter uma resposta em um PPT com vinte slides não vão fazer você entender com profundidade essa questão. Você precisa falar com as pessoas, conviver com as pessoas que fazem essa marca ter força, você precisa ouvir mais quando está com elas. E o trabalho de muitos social media é prejudicado justamente por ter que trabalhar com muitas marcas ao mesmo tempo. Como você vai fazer pra ter esse conhecimento tão profundo de sete, oito, nove marcas ao mesmo tempo? Impossível pode não ser, mas poderia ser mais fácil, né?

Não falamos tanto em ser menos mídia e mais social? Que tal começar isso pelos bastidores, na produção de conteúdo? Já dizia Chacrinha: “quem não se comunica, se trumbica”.

Texto originalmente publicado no blog A Bordo da Comunicação em 30/09/2013

http://blogabordo.com.br/o-que-poucos-livros-te-contam-sobre-conteudo-digital/

Muitos (se não a maioria) vão responder a pergunta do título com convicção “lógico, porque a dúvida?”. Há muito tempo o marketing trabalha com linguagens denominadas persuasiva, emocional, subjetiva e adjetiva. Tudo com foco em propagar, distribuir e expandir a marca e seus produtos. O que muitos não estavam preparados era para acrescentar outras formas de linguagem: objetiva e aproximativa. E o início desta nova forma de dialogar você já sabe: consumidores mais informados, o poder de expandir opiniões, a necessidade do imediatismo e do original… E parte destas questões tornaram as relações públicas ainda mais necessárias entre os pilares do marketing. Ouso dizer que a questão da proximidade é uma das mais importantes atualmente.

Mas voltando a pergunta do título, muitos profissionais podem ter dado aquela resposta que sugeri. Mas quantos responderam pela marca em que trabalham? A inquietação neste post é que muitos profissionais (RP’s ou não) sabem do valor do diálogo e do relacionamento com os consumidores. Mas quantas marcas realmente aceitam isso?

Ouvir o consumidor pode ser muito simples e fácil. Coloque uma pergunta no Facebook, faça uma pesquisa, envie materiais para quem comprou o produto. Mas ouvir e colocar em prática são ações diferentes de tudo isso.

Por exemplo, se uma empresa lança a questão: “o que você achou do nosso novo sabor?”, e obtém 80% das respostas com citações negativas, com opiniões como “a pior coisa que já provei”, “comprei ontem e detestei”. Porém as vendas deste sabor só aumentam. A equipe do marketing poderá se desesperar, avisar que vai dar m****, mas as vendas aumentam consideravelmente. Nessa situação, quantas empresas vão realmente querer ouvir a voz do consumidor? Quantas vão valorizar e prever o possível risco de continuar assim?

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O bom relacionamento só acontece tendo como base a confiança, a transparência. E assim como nas relações humanas, com as marcas são a mesma coisa.

Utilizei como pesquisa para este post o livro de Manoel Marcondes Neto, “A transparência é a alma do negócio”, e um dos pontos que mais gostei foi quando ele diz que a “matéria-prima das relações públicas, o relacionamento de uma organização com seus públicos-chave (os chamados stakeholders) é assunto específico que demanda gestão especializada”. Relacionamento é o ponto chave, é a consequência de um trabalho com uma linguagem aproximativa. Mas isso só vai acontecer quando os consumidores realmente puderem contar com a marca. Será que eles já podem contar com a sua?

 

Texto publicado originalmente no blog A Bordo da Comunicação, em 12/09/2013

http://blogabordo.com.br/ouvir-os-consumidores-e-necessario-sera/

Falar sobre relacionamento digital na teoria, como quase tudo, parece algo simples de se trabalhar e principalmente manter em longo prazo. No entanto, quando você, de fato, atua nesta área precisa fazer muitas reflexões que contemplem não apenas os objetivos e metas pré-determinados, mas verificar qual o papel que a organização quer manter perante seus públicos e avaliar qual a melhor forma de dialogar e expressar isso. Uma palavra errada ou fora do contexto do seu público final pode ser frustrante e gerar desconforto para ele.

Isso faz parte deste processo de trabalho, mas não há espaço para erros. Se você publicou algo errado, não foi você, foi a marca. Não interessará ao usuário final saber quem é “a pessoa que responde”; para ele, não é você, são vocês!

Pensando nisso, li ontem um post no blog Mídias Sociais, da revista Exame, chamado “três riscos para sua marca nas redes sociais”, os quais resolvi compartilhar para complementar as ideias que citei anteriormente:

Risco nº 1: esquecer que uma estratégia de branding é uma soma de vários canais ou ações, considerando eles:
– Construir comunidades e relacionamentos;
– Aprimorar o conceito da marca;
– Ativar comunidades para efetivamente agir;
– Gerar simpatia em relação à marca.

Risco nº 2: as empresas não darem conta de que elas não podem controlar o que se diz de suas marcas na web. Podem, no máximo, monitorar o que é dito e depois participar e influenciar conversações.

Risco nº 3: a falta de conexão nas redes de franqueados. Ao invés de ter uma unidade de imagem, compatível com a marca, cada franquia aparece de forma individual, desconectada com seus pares.

No meu entendimento, as considerações são bem diversificadas de um ponto ao outro, mas extremamente válidas, haja vista que, muitas vezes, o óbvio precisa ser dito. Mas acredito que o grande destaque fica para o número 1 que contempla este post ao indicar que é um risco esquecer de ‘gerar simpatia’.

Fica a dica: falar bom dia (da mesma forma, no mesmo horário, nos mesmos canais…) vai gerar a tal simpatia? Ficar falando dos seus produtos o dia inteiro vai gerar simpatia? Falar piadinhas quando se deve falar de forma séria vai gerar simpatia?

O que você acha que uma marca pode fazer para se relacionar e ter a tão sonhada simpatia dos clientes?

Texto originalmente publicado no blog A Bordo da Comunicação <http://blogabordo.com.br/o-sonho-das-marcas-ser-simpatica/http://blogabordo.com.br/o-sonho-das-marcas-ser-simpatica > 

Valores invertidos? Novas tendências? Novos pensamentos?

Eu mesma já escrevi várias vezes sobre a necessidade que o consumidor tem imposto nos últimos tempos de que a empresa deve ser mais verdadeira, mais humana, não responder aquelas frases prontas e padrões. Mas percebo também que as próprias pessoas, que são os valores reais das empresas, estão deixando de ter esse lado mais acolhedor.

Para ilustrar, um caso que vivi: entrei em quatro lojas (essas que tem várias coisas, entre brinquedos, eletrônicos, coisas para a casa), e em três delas ninguém me abordou logo que entrei na loja, apenas quando eu já estava quase saindo ou depois de já ter procurado o que queria, sem ter ajuda. Os vendedores estavam parados e espalhados, sem atender outras pessoas. A situação me lembrou de anos atrás quando eu entrava nas lojas com meus pais e os vendedores prontamente vinham nos atender com sorriso e bom atendimento, dispostos a não vender, mas sim ajudar. O que vi não passava nem perto disso.

Além do fato de que eu precisava ir atrás do atendimento, ainda não tive a menor ajuda para encontrar o que eu procurava. Em alguns casos ouvia-se também: “isso é só no site que temos disponível”, ou “vá até o final da loja e procure outra pessoa para lhe auxiliar naquele setor”. O que aconteceu com tudo aquilo que acreditamos que é o atendimento com experiências perfeitas para os clientes? Com todas as ações de comunicação se interligando e refletindo na venda final? Tem algo errado. Os vendedores não sabem mais vender? Estão recebendo (ou deixando de receber) instruções certas?

Porque muitas das empresas parecem mais legais, interessantes e melhores nas mídias sociais do que realmente são? Será que estamos preocupados demais em aproximar a marca, criar lembrança dela e esquecendo da ponta final?

Sei o quanto isso é difícil e desafiador, mas se estamos na era do compartilhamento, do trabalho conjunto e da super valorização da opinião dos usuários a necessidade de pensar no contexto é uma realidade. Ter uma comunicação padrão e interligada não significa que o vendedor final precisa responder a mesma coisa que o Twitter da marca responde (ou sim), mas a mesma atenção que é dada aos usuários no Twitter precisa ser dada aos clientes finais.

Para finalizar o pensamento uma citação de Peter Drucker: “O importante é saber o que toca as pessoas. Técnicas e regras terminam, mas os sentimentos não”.

Texto originalmente postado no blog A Bordo da Comunicação <http://blogabordo.com.br/pessoas-robotizadas-empresas-humanizadas/>

Criar conteúdo não é tão simples e a empresa precisa aliar a sua linguagem, os seus produtos ou serviços ao despertar do interesse dos públicos. Veja o que pode ser feito para melhorar esta situação.

Por Fernanda Fabian

Sim, se o conteúdo é ruim realmente ninguém irá ter o trabalho de acessar frequentemente ou assinar o feed de notícias. Em um outro post eu já havia comentado sobre o fato da maioria das empresas focarem suas comunicações digitais apenas no Facebook e deixando o blog de lado.

E hoje a questão é: de forma prática, o que fazer pra melhorar isso? Criar conteúdo não é algo tão simples, a internet disponibiliza uma infinidade de opções de leituras sobre os mais diferentes assuntos. Para uma empresa, a situação é ainda pior, já que precisa aliar a sua linguagem, os seus produtos ou serviços ao despertar do interesse dos públicos.

Listei algumas dicas, que por mais óbvias que possam ser ainda precisam ser ditas e seguidas pela maioria dos blogs corporativos:

Tema. Aborde assuntos que sejam relacionados com a marca, e eventualmente fale sobre ela diretamente e mostre os produtos. Sim, as pessoas querem ver o que você tem a oferecer, você não precisa fazer isso o tempo inteiro, mas eventualmente pode relacionar o assunto a algum lançamento, por exemplo. Mas cuidado pra não cair na mesmice, se a empresa é de móveis não precisa ficar exatamente falando o tempo inteiro sobre decoração, fale sobre a alegria das pessoas em adquirir os produtos, colete opiniões, fale sobre a qualidade que é feito o produto, mostre a produção, fale sobre construção e a importância de pensar na escolha dos móveis desde essa etapa, fale sobre a vida das pessoas e como elas precisam de móveis diferentes para cada fase… seja criativo.

Público. Tenha claro o perfil do público que quer atingir. Acredite, isso irá facilitar muito o trabalho. E quando falamos em perfil não basta limitar em sexo, idade, classe social. Assim como nos outros canais (off line também), é preciso ter mais informações sobre quem são essas pessoas. Pense em: o que compartilham? O que motivam a comentar? São pessoas com hábito de interagir ou apenas ler?

Métricas. Tenha formas de mensurar os resultados para as metas e objetivos previstos em planejamento. Se você não sabe ou não tem como mensurar o trabalho todo, as dicas deste post não valem de nada. Você realmente não quer saber se está dando certo todo o esforço?

Linguagem. Use uma linguagem padrão que corresponda com o restante da proposta da marca. Cuidado, a maioria peca neste ponto, não misture linguagens. Se você precisar falar com senhoras não vai escrever para adolescentes, não é? Além disso, precisa sempre se lembrar de como a marca se expressa em todo o seu universo para não ocorrer contradições e falta de padrão.

Aprofunde Aproveite que, diferente de muitos outros canais, o blog permite que você faça um aprofundamento do conteúdo; explore mais, mas com inteligência e sem abusar do tempo e da capacidade de compreensão dos leitores. Fazer dois parágrafos repetindo as mesmas coisas com palavras diferentes não é conteúdo inteligente, aceite isso e pesquise mais, explore mais e tenha mais informação a seu favor.

Imagens. Utilize fotos apropriadas, verifique a possibilidade de real uso dessas imagens. As fotos e imagens devem conversar com o texto, se a ideia é transmitir bom gosto use o mesmo para a seleção das imagens. Se o foco é atingir o público teen você não vai utilizar imagens que remetam a vida de uma mulher de 50 anos, certo? Assim como se você ao longo do texto fala em uma linguagem descontraída pra esse público (um ‘miguxes’) você não pode usar uma foto “quadrada”, fria e sem graça.

Frequência. Mantenha frequência de publicações. Talvez essa seja a mais óbvia. Se você não publica com certa frequência, as pessoas realmente vão ter motivos para não acessarem o blog.

Simples não é? Invista em ideias inteligentes, responda as dúvidas do seu público, aproveite o canal ao máximo. E não deixe a marca falando sozinha em um local que tem tantas possibilidades.

 

Publicado originalmente no dia 30 de janeiro de 2013 no site Webinsider > http://webinsider.uol.com.br/2013/01/30/ninguem-le-o-blog-da-minha-empresa/

Ao melhor estilo palestra motivacional, trouxe esse título justamente para a reflexão:
não desista!

Em uma conversa que tive com um blogueiro, suas queixas eram várias: falta de tempo, pouco ou nenhum retorno (financeiro e visitas), despesas com domínio e manutenção do blog. Tudo isso pra me dizer que estava deixando essa vida de ser blogueiro.

Ainda me questionou se eu não percebia a quantidade de blogs que estavam sendo abandonados e quantos que eu ainda acompanhava. De fato, eu já havia notado que muitos blogs que acompanhava diariamente já não são mais atualizados com tanta frequência. E com isso, meu interesse também diminuiu por eles.

 

Não deixe seu Blog ficar assim. Deserto.

Os blogs ainda são fontes riquíssimas de informação e de opiniões. Muitas pessoas passaram a ter reconhecimento, conquistaram empregos e descobriram suas vocações por causa deles. E, acredito que a falta de tempo (principal ponto justificado pela maioria) não seja totalmente um motivo. Você pode escrever um parágrafo, postar apenas um vídeo ou algo que viu em uma revista… claro, sempre conteúdos interessantes e que sigam a proposta do blog e do público. Mas tente manter as publicações.

Divulgue ele, atraia novos leitores, siga as dicas que damos aqui no Café com Blogueiros, mas não desista. Principalmente se seu blog já trouxe várias alegrias. Outra dica, é que se você está com o blog parado, deixe mais um tempo e faça um planejamento. Organize seus posts com antecedência. Pesquise, faça entrevistas, troque ideias e quando voltar vai estar bem preparado.

Fica a dica.😉

E aí, que tal começar hoje?

E se você não tem blog e é apenas leitor, mande esse post para o blog que você tanto gostava e que não tem mais publicações novas!

 

Originalmente postado em 28/11/2012

http://www.cafecomblogueiros.com.br/blogosfera/nao-desista-do-seu-blog/

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